аЯрЁБс>ўџ 35ўџџџ2џџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџџьЅС'`№П1bjbjыШыШ."‰Ђ‰Ђ1џџџџџџЄЄЄЄЄЄЄЄИММММ Ш И6 ЖрррррЛЛЛЕ З З З З З З $ь hTlл ЄgЛЛggл ЄЄррл№ С С С gЄрЄрЕ С gЕ С С ЄЄС рд pYI'д4ЪМ}4С Е  06 С РБњРС РЄС єЛЯС н щ~ЛЛЛл л Ћ ЛЛЛ6 ggggИИИМИИИМИИИЄЄЄЄЄЄџџџџ O amado Ipъ amarelo Eliza nуo podia imaginar que, de uma hora para outra, sua vida iria mudar da сgua para o vinho, assim do nada. Jс fazia muito tempo que via sua mуe arrumando as coisas de casa, embalando algumas louчas, as poucas que tinha, encaixotando o pouco de coisas que nѓs tэnhamos. E, assim do nada, viu-se mudando de casa. Para Eliza, mudar-se sem explicaчуo, sem um porque, fez sua pequena cabeчa pensar em mil coisas. Naquele momento, seria impossэvel entender ou falar com seus pais, pois querer saber os “porquъs” era muito difэcil, mas era o que ela queria. Seus irmуos levaram tudo na brincadeira, pois eram mais novos e tudo era um divertimento, uma aventura. A casa para onde Eliza mudou, era longe, bem longe da cidade, aonde nуo se via єnibus, uma conduчуo qualquer e era bem longe da estrada principal. Comщrcio, nem pensar. Nуo tinha nenhum. Era muito mato para todos os lados. A casa ficava distante de todas as outras casas vizinhas. Eliza pensou consigo mesma: - Seja o que Deus quiser! Mas ela nуo sabia que Deus tinha preparado uma grande surpresa. Meio desconfiada, entrou na casa nova e comeчou a ver o que podia achar de bonito nela. Era uma casa de roчa, sem luz elщtrica, sem сgua encanada e o banheiro ficava fora da casa. Numa parte da casa, o chуo era cimentado, mas, na grande maioria dos cєmodos, o chуo era de terra batida. - Que transtorno! Pensou ela e com o reboliчo da mudanчa e o tira e bota das coisas em seus lugares, ela nуo viu o dia passar e a noite chegar. Eliza era uma adolescente tranqќila, que aceitava as coisas da vida sem reclamar, mas ficou assustada quando ouviu sua irmу mais velha brigar com os pais, querendo saber o porquъ da mudanчa para aquele fim de mundo. Falъncia... Tinha ido р falъncia! Entуo, era isso, nosso pai perdera tudo, e agora? Como vai ser? E foi assim que ela adormeceu, escutando a explicaчуo de que seu pai havia perdido a pequena quitanda que ele tinha. Amanheceu e Eliza acordou com o sol entrando pela casa adentro. Ficou maravilhada com um lindo cщu azul, que nunca tinha visto na cidade. De repente, comeчou a mudar seus pensamentos, pois aquele lugar, apesar de diferente, comeчava a fazъ-la se esquecer da tristeza da situaчуo. Havia uma mudanчa de ar, alguma coisa que ela nуo sabia entender. Passou um bom tempo a andar em torno da casa, quando seus olhos foram de encontro a um grande Ipъ amarelo, distante da casa, bem longe, bem dentro do mato. Porщm, era esplendoroso, todo florido de amarelo. Parecia que tinha um grande manto amarelo por cima dele. Ela nуo conseguia desvias seu olhar e decidiu se aproximar. Atravessou um estreito caminho no meio do mato atщ chegar ao majestoso Ipъ, no meio de um roчado, onde podia se sentar em suas raэzes. Ao contornс-lo, percebeu que seriam necessсrios seis homens para abraчс-lo, de tуo grande que era seu tronco. Mas Eliza gostou dele e disse: - Seu Ipъ, eu sou Eliza e vocъ щ o primeiro amigo que encontrei aqui. Tentou abraчс-lo, mas nуo conseguiu. Foi embora, muito feliz com seu novo amigo. Sua vida mudou muito, pois ficou com o encargo da casa. Sua irmу mais velha, nуo conseguiu entender a situaчуo e saiu de casa. Sua mуe teve que trabalhar fora. Seu pai fez uma pequena horta no quintal, passou a criar galinhas e pescava de vez em quando. Assim, foram tocando a vida. De uma hora para outra, tornou-se dona de casa. Acordava cedo, botava as crianчas para a escola, lavava roupa, cozinhava, cuidava da casa e ainda carregava сgua e madeira, pois o fogуo era a lenha. Porщm, tudo era esquecido, quando corria ao encontro do Ipъ. Ele lhe exercia um mistщrio que ela nуo entendia. Sentada embaixo dele, conversava como se falasse com alguщm, que na verdade, ela fantasiava toda a sua vida, pois sempre foi muito romтntica. Contava coisas de sua vida. Coisas de que sabia e do que nуo sabia. Pobre Eliza, era assim que conseguia se esquecer das adversidades que a vida lhe mostrava. A vida de Eliza nуo tinha mudanчas. As coisas iam de mal a pior. Ela estava muito triste com tudo isso. Por isso, levou um susto numa manhу, quando viu seu lindo Ipъ sem flores, sѓ com galhos vazios. Correu para ele, perguntando-lhe: - O que aconteceu? Por que isso? Acreditou que ele estava triste com sua situaчуo e chorou muito. Ela jс estava bem adulta, jс nуo era aquela adolescente cheia de sonhos, mas acreditava que a vida seria fсcil se ela vivesse a sonhar sempre com a esperanчa. E foi assim que Eliza fez. Sempre que corria para o seu amado Ipъ, comparava sua vida com a do Ipъ. Hс tempos em que estavam floridos e alegres, em outros, as flores cairiam, mas a esperanчa brotaria novamente em novas folhagens, para gerar novas flores, novas alegrias. Eliza cresceu, viveu alegrias e tristezas, mas ainda sempre vъ, em qualquer lugar que vс, o seu amado Ipъ a lhe dizer um sussurro junto ao vendo... - Espera Eliza! Virуo flores novamente e tudo mudarс.   і ќ Ч ў џ   š Цвз(œž<W[c>ž34ыџшщЫklНПq•˜ЖЙмцefЬЯљњ1їђэхснсйсйнйнйенейейебебеЭненЩбЩбЩбЩХЩХбХСХНбНбНСНЩСбСеСhow;hј7Ih NМh$lСhZ`h(ЌhMBhŽkh;Щhz;“hј7IhЊ4n5 h(Ќ5 hX/5hј7Ihz;“58†) ­ Ш х џ ] ю žЗ4SыЯlVwWfњ1їяяяяяяууууууууууууууууу $„Ф`„Фa$gdј7I$a$gdј7I$a$gdј7I1§,1hА‚. 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